"Se pensas que és pequeno para fazer a diferença... tenta dormir num quarto fechado com um mosquito."
Provérbio africano, no editorial da revista "Recicla"
22.8.05
20.8.05
Tony Carreira Bate record de bilheteira da feira
Numa Noite um pouco ventosa mas tipica de verão aguarda-se uma enchente pela Cidade de " Bandarra "
para receber o cantor Português Tony Carreira.
Por cinco vezes este cantor visitou Trancoso na feira e este seria o 3º ano consecutivo. pelas 21h já Trancoso tinha as ruas repletas de carros e gente que circulava em direcção ao recinto da feira.
As filas nas bilheteiras aumentavam gradualmente à medida que se aproximava o inicio do espectáculo.
No total foram vendidos mais de 15.300 Bilhetes e a assistencia esteve perto dos 20 mil. Uma enchente que bateu o record de assistencia na feira de São Bartolomeu.
para receber o cantor Português Tony Carreira.Por cinco vezes este cantor visitou Trancoso na feira e este seria o 3º ano consecutivo. pelas 21h já Trancoso tinha as ruas repletas de carros e gente que circulava em direcção ao recinto da feira.
As filas nas bilheteiras aumentavam gradualmente à medida que se aproximava o inicio do espectáculo.
No total foram vendidos mais de 15.300 Bilhetes e a assistencia esteve perto dos 20 mil. Uma enchente que bateu o record de assistencia na feira de São Bartolomeu.
18.8.05
Aposta na energia eólica em Trancoso
O grupo Generg apresentou em Junho o projecto eólico de Lagar-Pingulinha, no concelho de Trancoso. Trata-se do segundo investimento do género a avançar no distrito, depois da entrada em funcionamento do parque da Serra do Mosteiro, no Sabugal, em Novembro do ano passado. Estima-se que possa estar a funcionar em 2006, após a definição do ponto de interligação e da potência atribuída, «que foi inicialmente muito inferior à pretendida», recordou António Oliveira, vice-presidente do município. O empreendimento foi protocolado em 2002 pela Generg, então um empresa
do universo IPE, com a Câmara de Trancoso e as Juntas de Freguesia de Castanheira, Sebadelhe da Serra e Terrenho. O parque foi então apresentado à primeira fase de candidatura de produção de energia eólica, tendo sido atribuída uma potência para esta região em função da capacidade disponível que a rede eléctrica nacional podia receber e face às linhas existentes. O projecto eólico apresentava na altura uma previsão potencial de 32 Mw distribuídos por seis torres, cada uma com dois Mw, mas os promotores têm tentado conquistar mais potência. A iniciativa da Generg é considerada «muito importante» para o município, já que o investimento previsto ascende a 35 milhões de euros. A concessionária vai ainda disponibilizar dez por cento do capital social do projecto a um ou mais investidores locais que queiram participar. A própria autarquia tem direito a usufruir de 2,5 por cento da produção do parque, estando igualmente estipuladas regalias e rendas para as freguesias abrangidas. Entretanto já foi celebrado um novo protocolo com outra empresa para a instalação de mais um parque eólico, mas a candidatura ainda não foi formalizada porque a segunda fase foi anulada sucessivamente e ainda não foi reaberta.
do universo IPE, com a Câmara de Trancoso e as Juntas de Freguesia de Castanheira, Sebadelhe da Serra e Terrenho. O parque foi então apresentado à primeira fase de candidatura de produção de energia eólica, tendo sido atribuída uma potência para esta região em função da capacidade disponível que a rede eléctrica nacional podia receber e face às linhas existentes. O projecto eólico apresentava na altura uma previsão potencial de 32 Mw distribuídos por seis torres, cada uma com dois Mw, mas os promotores têm tentado conquistar mais potência. A iniciativa da Generg é considerada «muito importante» para o município, já que o investimento previsto ascende a 35 milhões de euros. A concessionária vai ainda disponibilizar dez por cento do capital social do projecto a um ou mais investidores locais que queiram participar. A própria autarquia tem direito a usufruir de 2,5 por cento da produção do parque, estando igualmente estipuladas regalias e rendas para as freguesias abrangidas. Entretanto já foi celebrado um novo protocolo com outra empresa para a instalação de mais um parque eólico, mas a candidatura ainda não foi formalizada porque a segunda fase foi anulada sucessivamente e ainda não foi reaberta. Fonte: Jornal o Interior
16.8.05
Aljubarrota é o primeiro centro de interpretação histórica da Guerra da Independência, local de Trancoso será o próximo
O campo da Batalha de S. Marcos, em Trancoso, é um dos três centros de interpretação histórica da Guerra da Independência, nos séculos XIV e XV, que a Fundação Batalha de Aljubarrota pretende implementar em Portugal até 2008. Conjuntamente com Aljubarrota e Atoleiros, o local onde os portugueses deixaram os castelhanos a "pão e laranjas" vai integrar uma rede que assentará num «percurso turístico e histórico» para os visitantes. O anúncio foi feito em Julho durante a cerimónia de colocação da primeira pedra daquele será o primeiro centro deste projecto, em Aljubarrota. Na altura, o presidente da Fundação aproveitou a oportunidade para salientar que a instituição está a negociar a gestão dos restantes espaços. Para suportar a iniciativa, Alexandre Patrício Gouveia disse contar com financiamentos do Estado e apoios mecenáticos, embora a Fundação tenha como ponto de partida a maior doação de sempre feita por um empresário português à cultura. «O doutor António Champalimaud doou três milhões de contos», recordou o responsável.
O centro de Aljubarrota, orçado em 4,2 milhões de euros, deverá estar concluído em 2007 e marca o início de uma rede global que evoca as batalhas que garantiram a independência portuguesa no final da Idade Média. Estima-se que por ali venham a passar cerca de 100 mil visitantes por ano. Um número com que também sonha Trancoso, embora seja mais difícil de conseguir. Segundo Júlio Sarmento, presidente do município, parceiro da Fundação, a construção do futuro centro de interpretação da Batalha de S. Marcos pode arrancar no próximo ano. O projecto é da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, enquanto a museóloga Simoneta Luz Afonso e um gabinete holandês especializado serão responsáveis pelos conteúdos. O estudo-prévio já foi apresentado em Junho e assenta na recuperação, requalificação e valorização daquele terreno, situado a Sul da vila, classificado como Monumento Nacional em 2004. Para além do centro de interpretação, os promotores esperam poder reconstituir a batalha uma vez por ano e divulgar os achados arqueológicos que futuras prospecções no local irão revelar. No caso de S. Marcos, espera-se encontrar armas e outros objectos relacionados com a peleja e possivelmente uma vala comum. Os investigadores pensam que poderá situar-se perto da capela e que tenha recebido os corpos de 400 cavaleiros castelhanos mortos em S. Marcos. Quanto ao centro de interpretação, estima-se que venha a custar qualquer coisa como 1,5 milhões de euros e deverá ser o centro nevrálgico do local, disponibilizando, de forma pedagógica, informação sobre a batalha, a História de Portugal e expondo os achados descobertos no campo. A Fundação vai custear 80 por cento do projecto de arquitectura e já celebrou um protocolo com a empresa holandesa especializada com vista à animação cénica e multimédia no centro. Desde Outubro do ano passado que o terreno em causa é uma área classificada protegida até à conclusão do processo. Trata-se de uma medida cautelar para salvaguardar o sítio e evitar novas construções.
O centro de Aljubarrota, orçado em 4,2 milhões de euros, deverá estar concluído em 2007 e marca o início de uma rede global que evoca as batalhas que garantiram a independência portuguesa no final da Idade Média. Estima-se que por ali venham a passar cerca de 100 mil visitantes por ano. Um número com que também sonha Trancoso, embora seja mais difícil de conseguir. Segundo Júlio Sarmento, presidente do município, parceiro da Fundação, a construção do futuro centro de interpretação da Batalha de S. Marcos pode arrancar no próximo ano. O projecto é da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, enquanto a museóloga Simoneta Luz Afonso e um gabinete holandês especializado serão responsáveis pelos conteúdos. O estudo-prévio já foi apresentado em Junho e assenta na recuperação, requalificação e valorização daquele terreno, situado a Sul da vila, classificado como Monumento Nacional em 2004. Para além do centro de interpretação, os promotores esperam poder reconstituir a batalha uma vez por ano e divulgar os achados arqueológicos que futuras prospecções no local irão revelar. No caso de S. Marcos, espera-se encontrar armas e outros objectos relacionados com a peleja e possivelmente uma vala comum. Os investigadores pensam que poderá situar-se perto da capela e que tenha recebido os corpos de 400 cavaleiros castelhanos mortos em S. Marcos. Quanto ao centro de interpretação, estima-se que venha a custar qualquer coisa como 1,5 milhões de euros e deverá ser o centro nevrálgico do local, disponibilizando, de forma pedagógica, informação sobre a batalha, a História de Portugal e expondo os achados descobertos no campo. A Fundação vai custear 80 por cento do projecto de arquitectura e já celebrou um protocolo com a empresa holandesa especializada com vista à animação cénica e multimédia no centro. Desde Outubro do ano passado que o terreno em causa é uma área classificada protegida até à conclusão do processo. Trata-se de uma medida cautelar para salvaguardar o sítio e evitar novas construções.Fonte: Jornal "O Interior"
15.8.05
Sardinhas Doces de Trancoso com certificação em breve
Desenganem-se os que pensam que as sardinhas doces de Trancoso têm escamas ou espinhas, estas iguarias possuem tripinhas de amêndoa e são uma especialidade deixada pelas irmãs do convento de Santa Clara. Há 300 anos a adoçar a boca aos habitantes de Trancoso, as "sardinhas" mais não são que um doce conventual, que muito em breve serão certificadas como uma "especialidade tradicional garantida". A Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Trancoso, Aguiar da Beira e Mêda (ACITAM) já avançou com o processo de certificação da tradicional doçaria e tenciona seguir depois para a certificação dos fumados e enchidos da região «Queremos fazer a promoção de uma marca»,
adianta António Oliveira, revelando que o processo «já teve início» e só resta esperar pela certificação do produto. O processo está a ser tratado por uma empresa consultora externa e espera-se que esteja tudo concluído «muito em breve», afiança o responsável. Assim, brevemente, passarão a ser conhecidas um pouco por todo o lado como sendo "Sardinha Doce de Trancoso – Especialidade Tradicional Garantida". E as sardinhas vão aparecer no mercado inteiras, em embalagens seladas individuais ou múltiplas, de forma a conservar intactas as suas características durante o período normal de armazenamento e venda. A atribuição de um Certificado de Especificidade à Sardinha Doce de Trancoso «é um instrumento importantíssimo para evitar a descaracterização deste produto», salvaguardando a sua genuinidade e, consequentemente, a sua reputação, frisa António Oliveira. A especificidade da Sardinha Doce deve-se às características únicas deste produto, que fazem com que se distinga de outros produtos pertencentes à mesma categoria, «até pelos consumidores não habituais». A receita deste doce conventual foi deixada pelas Irmãs do Convento de Santa Clara. Trata-se de um produto tradicional feito à base de ovos, amêndoa, chocolate, açúcar, azeite, sal e canela. O segredo desta iguaria reside na sua confecção, por isso cada um "puxa a brasa à sua sardinha". «Nem toda a gente sabe a receita original», confidencia o marido de Maria Rosa Craveiro, uma das poucas produtoras que conhece «todos os segredos», garante. «Há para aí outras sardinhas doces, mas são filhas das originais», sublinha orgulhosamente. Também Anabela Pacheco, da Casa da Prisca, diz que o segredo está bem guardado pela sua sogra, Maria da Conceição que confecciona as iguarias para aquele estabelecimento. «Este é um produto muito procurado», afiança a responsável e «com imenso potencial», acrescenta. Para já, a Casa da Prisca, a par de tantas outras naquela cidade, já tem uma licença para produzir aquela doçaria tradicional, mas o passo mais importante vai ser dado com a certificação, «porque as sardinhas doces deixam de ser só conhecidas em Trancoso e podemos vir a comercializar para outros locais», adianta Anabela Pacheco. Quanto à produção diária é variável, pois «é consoante a procura», explica a colaboradora, há dias que não conseguem dar conta do recado e outras vezes até chega a sobrar. Depois de saborear a leveza do chocolate, a massa crocante (com um leve sabor a canela) e a maciez do recheio com a presença de pequeninos pedaços de amêndoa, é caso para dizer: «bendita freira que as criou!».
adianta António Oliveira, revelando que o processo «já teve início» e só resta esperar pela certificação do produto. O processo está a ser tratado por uma empresa consultora externa e espera-se que esteja tudo concluído «muito em breve», afiança o responsável. Assim, brevemente, passarão a ser conhecidas um pouco por todo o lado como sendo "Sardinha Doce de Trancoso – Especialidade Tradicional Garantida". E as sardinhas vão aparecer no mercado inteiras, em embalagens seladas individuais ou múltiplas, de forma a conservar intactas as suas características durante o período normal de armazenamento e venda. A atribuição de um Certificado de Especificidade à Sardinha Doce de Trancoso «é um instrumento importantíssimo para evitar a descaracterização deste produto», salvaguardando a sua genuinidade e, consequentemente, a sua reputação, frisa António Oliveira. A especificidade da Sardinha Doce deve-se às características únicas deste produto, que fazem com que se distinga de outros produtos pertencentes à mesma categoria, «até pelos consumidores não habituais». A receita deste doce conventual foi deixada pelas Irmãs do Convento de Santa Clara. Trata-se de um produto tradicional feito à base de ovos, amêndoa, chocolate, açúcar, azeite, sal e canela. O segredo desta iguaria reside na sua confecção, por isso cada um "puxa a brasa à sua sardinha". «Nem toda a gente sabe a receita original», confidencia o marido de Maria Rosa Craveiro, uma das poucas produtoras que conhece «todos os segredos», garante. «Há para aí outras sardinhas doces, mas são filhas das originais», sublinha orgulhosamente. Também Anabela Pacheco, da Casa da Prisca, diz que o segredo está bem guardado pela sua sogra, Maria da Conceição que confecciona as iguarias para aquele estabelecimento. «Este é um produto muito procurado», afiança a responsável e «com imenso potencial», acrescenta. Para já, a Casa da Prisca, a par de tantas outras naquela cidade, já tem uma licença para produzir aquela doçaria tradicional, mas o passo mais importante vai ser dado com a certificação, «porque as sardinhas doces deixam de ser só conhecidas em Trancoso e podemos vir a comercializar para outros locais», adianta Anabela Pacheco. Quanto à produção diária é variável, pois «é consoante a procura», explica a colaboradora, há dias que não conseguem dar conta do recado e outras vezes até chega a sobrar. Depois de saborear a leveza do chocolate, a massa crocante (com um leve sabor a canela) e a maciez do recheio com a presença de pequeninos pedaços de amêndoa, é caso para dizer: «bendita freira que as criou!».Fonte: Jornal " O Interior "
14.8.05
ACITAM dá lugar à Associação Empresarial do Nordeste da Beira
Associação Comercial e Industrial dos concelhos de Trancoso, Aguiar da Beira e Mêda, mais conhecida por ACITAM, vai mudar de denominação para abranger mais sectores e mais concelhos. Quando for aprovada em Assembleia Geral, passará a chamar-se Associação Empresarial do Nordeste da Beira. Segundo António Oliveira, presidente da ACITAM, este é um velho desígnio: «Já era intenção dos corpos sociais proceder a uma revisão dos próprios estatutos, pois estão desactualizados, alguns têm mais de 20 anos». Aproveitando as mudanças estatutárias e a alteração de alguns pontos, também vai ser proposto à Assembleia Geral uma nova denominação da associação.
Deixa de ser uma Associação Comercial e Industrial para passar a ser Associação Empresarial, «é que desta forma engloba todos os sectores de actividade», justifica. Além desta alteração, a nova entidade irá integrar igualmente os concelhos limítrofes, «tanto de Pinhel como de Celorico da Beira», exemplifica o dirigente. O que na prática também já acontecia: «Temos muitos associados em vários concelhos», destaca o presidente da ACITAM, revelando que a associação tem promovido ainda acções de formação ou da vertente consultiva em vários municípios. Por isso, esta é uma forma «de responder a uma situação real» para chegar a mais concelhos, adianta. Até porque estava previsto nos estatutos da Associação abranger concelhos limítrofes. Tudo não é mais, portanto, que uma questão de nome, «já que se vão alterar os estatutos, altera-se também a denominação», justifica António Oliveira. A solução encontrada foi adaptar o nome a uma região mais abrangente. Entretanto foi solicitada a alteração da denominação e «até já temos um cartão provisório», indica. Trata-se de «adequar a denominação social ao trabalho» que a ACITAM tem vindo a desenvolver, refere o presidente, a qual já conta com 545 associados.
Deixa de ser uma Associação Comercial e Industrial para passar a ser Associação Empresarial, «é que desta forma engloba todos os sectores de actividade», justifica. Além desta alteração, a nova entidade irá integrar igualmente os concelhos limítrofes, «tanto de Pinhel como de Celorico da Beira», exemplifica o dirigente. O que na prática também já acontecia: «Temos muitos associados em vários concelhos», destaca o presidente da ACITAM, revelando que a associação tem promovido ainda acções de formação ou da vertente consultiva em vários municípios. Por isso, esta é uma forma «de responder a uma situação real» para chegar a mais concelhos, adianta. Até porque estava previsto nos estatutos da Associação abranger concelhos limítrofes. Tudo não é mais, portanto, que uma questão de nome, «já que se vão alterar os estatutos, altera-se também a denominação», justifica António Oliveira. A solução encontrada foi adaptar o nome a uma região mais abrangente. Entretanto foi solicitada a alteração da denominação e «até já temos um cartão provisório», indica. Trata-se de «adequar a denominação social ao trabalho» que a ACITAM tem vindo a desenvolver, refere o presidente, a qual já conta com 545 associados. Fonte: Jornal " O Interior "
13.8.05
" Da Weasel " Hoje na feira de Trancoso
Nascem em meados de 1993, como um projecto 100% em inglês e numa onda experimentalista. Na altura, os Da Weasel eram Pac, Armando, Jay Jay Neige e Yen Sung. Um ano depois, dá-se a primeira aventura discográfica do grupo com o EP "More Than 30 Motherf***s". Desde logo, surge o primeiro hino do grupo, que, ainda hoje, é um dos temas de maior sucesso em concerto: "God Bless Johnny".
Não demoraria mais de um ano, para que editassem o primeiro álbum – "Dou-lhe com a Alma" – que é, simultaneamente, a primeira gravação de hip-hop de uma banda portuguesa; um trabalho onde se assinala a transição para o português como língua dominante. Nessa altura, à formação inicial juntam-se Pedro Quaresma (guitarra) e Guilherme Silva (bateria).
1997 traz o "3.ª Capítulo". Um disco duro, de discurso duro e onde Pac se afirma - definitivamente – como um dos maiores e mais engenhosos letristas do panorama musical português. "Todagente", um dos temas, torna-se um dos hinos do grupo. Ainda antes da gravação deste álbum, volta a haver mexidas na formação: sai Yen Sung e entra Virgul.
É com esta formação que os Da Weasel vão para a estrada.
Não demoraria mais de um ano, para que editassem o primeiro álbum – "Dou-lhe com a Alma" – que é, simultaneamente, a primeira gravação de hip-hop de uma banda portuguesa; um trabalho onde se assinala a transição para o português como língua dominante. Nessa altura, à formação inicial juntam-se Pedro Quaresma (guitarra) e Guilherme Silva (bateria).
1997 traz o "3.ª Capítulo". Um disco duro, de discurso duro e onde Pac se afirma - definitivamente – como um dos maiores e mais engenhosos letristas do panorama musical português. "Todagente", um dos temas, torna-se um dos hinos do grupo. Ainda antes da gravação deste álbum, volta a haver mexidas na formação: sai Yen Sung e entra Virgul.
É com esta formação que os Da Weasel vão para a estrada.
Hoje actuam na feira de São Bartolomeu com inicio previsto pelas 22h30 o preço da entrada é de 2,5 €
12.8.05
Suplemento do Jornal " O Interior " sobre Trancoso
Mais de 700 anos de existência fazem da Feira anual de S. Bartolomeu uma verdadeira referência de Trancoso e do contexto regional. A edição deste ano arranca já amanhã e tem, segundos as palavras do edil da Terra de Bandarra, «um dos melhores cartazes dos últimos anos». Orçada em 364 mil euros, o evento vai trazer a Trancoso nome sonantes do panorama musical português, como Xutos e Pontapés e Da Weasel e resulta, como habitualmente, de uma parceria entre a Associação Comercial e a autarquia. Sendo a Feira um momento marcante do concelho, a altura é apropriada para um balanço do que foi feito na cidade no último ano. «Trancoso vive em permanente animação», assegura Júlio Sarmento. Segundo o edil, a aposta «clara» num conjunto de infra-estruturas e equipamentos tem feito da cidade «uma referência urbana e um pólo cultural, económico e social no contexto do distrito».
A "menina dos olhos" da autarquia é a construção do pavilhão multiusos, que tem capacidade para «receber eventos de todo o tipo». Mas Trancoso não tem sido só festa. O autarca garante que, nos últimos anos, «o índice de dinâmica empresarial tem subido largamente». A abertura de estabelecimentos comerciais tornou-se «num factor constante», assim como a «promoção continuada de obras». E Júlio Sarmento diz que não se trata, aqui, apenas de equipamentos públicos. «Assiste-se a um grande volume de investimento privado», sustenta. No último ano, foram executadas obras nos mais diversos âmbitos. O edil destaca a execução «das piscinas descobertas», que vão constituir um novo sopro para a dinâmica de Trancoso em tempos de Verão. Melhorias na pavimentação, construção de novas rotundas e o «tão esperado» investimento na zona das muralhas e no interior do Castelo serão os projectos a «curtíssimo prazo», assegura o presidente. Intervencionada será também a zona envolvente do Convento dos Frades e, no antigo quartel da GNR, será instaurado um espaço museológico.«Nos últimos quatro anos, Trancoso está a dar passos "gigantes" com o aparecimento de mais obras», prontifica Júlio Sarmento. Já a elevação da vila a cidade é encarada pelo autarca de forma «natural». Isto, porque Sarmento acredita que se tratou de um prémio em tudo «merecido» e, de certo modo, «um corolário do investimento público e privado realizado nos últimos anos». Na verdade, o edil sente que todos os esforços foram poucos no sentido de «fixar a população, gerar postos de trabalho e atrair gente dinâmica» para Trancoso. Porém, a recompensa não tardou em chegar e, hoje, a Terra de Bandarra ostenta a bandeira de cidade e é, na opinião de Sarmento, «um lugar jovem e em crescimento». Por outro lado, em concurso público está a Unidade de Fisioterapia, que será incluída na reabilitação do antigo Hospital. Dois projectos que estarão concluídos «até meados de 2007», segundo o edil. As atenções da autarquia centram-se, ainda, nas «promessas do actual governo» no que diz respeito à execução do troço do IP2. Júlio Sarmento acredita que este é um projecto de «importância vital para a cidade». Estão, também, a ser pensados novos projectos, nomeadamente um novo edifício camarário, a revitalização de alguns bairros locais e a variante norte a Trancoso. Obras que permitirão «recentrar de forma determinante a importância estratégica da cidade», conclui o autarca.
A "menina dos olhos" da autarquia é a construção do pavilhão multiusos, que tem capacidade para «receber eventos de todo o tipo». Mas Trancoso não tem sido só festa. O autarca garante que, nos últimos anos, «o índice de dinâmica empresarial tem subido largamente». A abertura de estabelecimentos comerciais tornou-se «num factor constante», assim como a «promoção continuada de obras». E Júlio Sarmento diz que não se trata, aqui, apenas de equipamentos públicos. «Assiste-se a um grande volume de investimento privado», sustenta. No último ano, foram executadas obras nos mais diversos âmbitos. O edil destaca a execução «das piscinas descobertas», que vão constituir um novo sopro para a dinâmica de Trancoso em tempos de Verão. Melhorias na pavimentação, construção de novas rotundas e o «tão esperado» investimento na zona das muralhas e no interior do Castelo serão os projectos a «curtíssimo prazo», assegura o presidente. Intervencionada será também a zona envolvente do Convento dos Frades e, no antigo quartel da GNR, será instaurado um espaço museológico.«Nos últimos quatro anos, Trancoso está a dar passos "gigantes" com o aparecimento de mais obras», prontifica Júlio Sarmento. Já a elevação da vila a cidade é encarada pelo autarca de forma «natural». Isto, porque Sarmento acredita que se tratou de um prémio em tudo «merecido» e, de certo modo, «um corolário do investimento público e privado realizado nos últimos anos». Na verdade, o edil sente que todos os esforços foram poucos no sentido de «fixar a população, gerar postos de trabalho e atrair gente dinâmica» para Trancoso. Porém, a recompensa não tardou em chegar e, hoje, a Terra de Bandarra ostenta a bandeira de cidade e é, na opinião de Sarmento, «um lugar jovem e em crescimento». Por outro lado, em concurso público está a Unidade de Fisioterapia, que será incluída na reabilitação do antigo Hospital. Dois projectos que estarão concluídos «até meados de 2007», segundo o edil. As atenções da autarquia centram-se, ainda, nas «promessas do actual governo» no que diz respeito à execução do troço do IP2. Júlio Sarmento acredita que este é um projecto de «importância vital para a cidade». Estão, também, a ser pensados novos projectos, nomeadamente um novo edifício camarário, a revitalização de alguns bairros locais e a variante norte a Trancoso. Obras que permitirão «recentrar de forma determinante a importância estratégica da cidade», conclui o autarca. Fonte: Suplemento do Jornal " O Interior "
Começa Hoje a feira de São Bartolomeu !
Quem passar pela Cidade de Trancoso nestes dias poderá encontrar muitos motivos de interesse. Espectáculos, diversões, exposições, tasquinhas típicas, Feira de Actividades Económicas, Feira de Artesanato, automóveis e maquinaria agrícola e industrial, são apenas algumas das presenças nesta Feira, que não pode perder.
Refira-se a título de curiosidade que desde 1273 que a Feira de S. Bartolomeu é um dos mais importantes acontecimentos da região, chegando mesmo a ultrapassar os limites concelhios e distritais. A fundação da Feira de S. Bartolomeu, em Trancoso, data já de 8 de Agosto de 1273, por carta régia
de D. Afonso III, que autorizava realizar uma feira a começar "oito dias antes da festa de S. Bartolomeu". Segundo documentos antigos, a feira era tão importante que os reis de Portugal lhe concediam uma protecção especial, chegando até a proibir a realização de outras nas proximidades enquanto se realizasse a de Trancoso.
Se na altura a Feira ganhou grande importância, actualmente é também uma grande referência a nível regional, sendo considerada uma das maiores das Beiras, graças a uma parceria estabelecida em 1992 entre a Câmara Municipal de Trancoso e a Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Trancoso, Aguiar da Beira e Mêda (ACITAM), que permitiu iniciar um processo de reestruturação e modernização da feira. Ver Programa da Feira
Refira-se a título de curiosidade que desde 1273 que a Feira de S. Bartolomeu é um dos mais importantes acontecimentos da região, chegando mesmo a ultrapassar os limites concelhios e distritais. A fundação da Feira de S. Bartolomeu, em Trancoso, data já de 8 de Agosto de 1273, por carta régia
de D. Afonso III, que autorizava realizar uma feira a começar "oito dias antes da festa de S. Bartolomeu". Segundo documentos antigos, a feira era tão importante que os reis de Portugal lhe concediam uma protecção especial, chegando até a proibir a realização de outras nas proximidades enquanto se realizasse a de Trancoso.Se na altura a Feira ganhou grande importância, actualmente é também uma grande referência a nível regional, sendo considerada uma das maiores das Beiras, graças a uma parceria estabelecida em 1992 entre a Câmara Municipal de Trancoso e a Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Trancoso, Aguiar da Beira e Mêda (ACITAM), que permitiu iniciar um processo de reestruturação e modernização da feira. Ver Programa da Feira
Fonte: Jornal Nova Guarda
Subscrever:
Mensagens (Atom)




