"Se pensas que és pequeno para fazer a diferença... tenta dormir num quarto fechado com um mosquito."
Provérbio africano, no editorial da revista "Recicla"

22.10.05

Vale do Seixo - Trancoso

Na rota das aldeias... conhecer Vale do Seixo
Esta freguesia está situada num pequeno vale, junto ao cume das Carigas, com o Monte do Seixo a nascente e perto da Ribeira de Massueime. A freguesia deve o topónimo a estes dois acidentes geológicos ( vale e Seixo ), em terra propícia à agricultura, de águas abundantes e lavada de ares. pela existência de vestígios de edificações castrejas nos cumes que rodeiam a freguesia, supõem-se ter sido remoto o povoamento dos lugares que compõem o seu alfoz, o que quer dizer que terá existido um primitivo núcleo populacional antes da Nacionalidade e naturalmente anterior ao séc. XII. No arrolar das hipóteses, a existência de um topónimo castelo, no lugar das Carigas, poderá servir de atestado de antiguidade a vale do Seixo, a que se junta o inventário de uma fonte românica na Quinta do Cristóvão, entre as três povoações.
Como é comum nas povoações do interior, o edifício que reúne maior valor histórico e arquitectónico é, em Vale do seixo, a actual igreja matriz, de uma só nave, com um altar barroco ornado e de colunas salomónicas. A imagem da Imaculada, muito valiosa, foi substituída por outra. (...) Digno de se fazer menção é o Chafariz da Costa, de quatro bicas, com ininterrupta oferta de água abundante e cristalina. Foi feito pela Câmara em 1898. Ainda perto deste chafariz encontra-se a sede da Junta de Freguesia e casa do povo, inaugurada em 1996. Como visita recomenda-se a Fonte de Cristóvão e o seu recinto (...) também é digno de ser visto o Lagar dos Mouros, o lugar do Outeiro, a Ponte medieval e as sepulturas Antropomórficas. (...)
Fonte: Breve Monografia de Trancoso ( Santos Costa)

19.10.05

Passeio de BTT , VI Rota dos Castanheiros

Inscreva-se Já!

(clique aqui para ver o cartaz em tamanho maior)

Cinema de Trancoso, 21 a 24 de Outubro

Charllie e a Fábrica de Chocolate
Willy Wonka (Johnny Depp) é o excêntrico proprietário de uma fábrica de chocolate, que já não recebe visitas há 15 anos. Wonka decide então promover um concurso mundial para escolher o herdeiro do seu império de chocolate. Cinco crianças, entre as quais Charlie, um rapaz que vive com a família numa casa muito pobre, encontram os Bilhetes Dourados em barras de chocolate e ganham uma visita guiada com o bizarro Wonka à lendária fábrica. Charlie fica imediatamente fascinado pelo mundo do "chocolatier" e pela sua estranha personalidade. "Charlie e a Fábrica de Chocolate" é uma adaptação do clássico homónimo de Roald Dahl, realizada pelo inclassificável Tim Burton, que desde o encantamento de "Eduardo Mãos de Tesoura" e "O Estranho Mundo de Jack" aos delírios de "Marta Ataca" já assinou alguns dos maiores cultos cinematográficos contemporâneos.
Fonte: Cinecartaz " Público"

Torre do Terrenho - Trancoso

Na rota das Aldeias, conhecer a Torre do Terrenho....
Está situada próximo da margem da Ribeira da Teja. è povoado muito antigo, que teve a designação de Castelo de Terrenho, Torrinho ou simplesmente Torre. No sitio das Cabeças existem ruínas de uma torre, que se julga ter sido uma atalaia, embora o General João de Almeida considerasse ter existido ali um castelo medieval, reconstruído sobre um antiquíssimo castro lusitano. Esta, segundo opinião dos investigadores, era a Torre origem do topónimo do lugar e freguesia. O acopolativo do Terrenho foi-lhe acrescentado dadas as proximidades com a freguesia daquele nome e para distinguir de outras localidades do País com igual topónimo (...) O pároco de 1758, na resposta que lhe foi imposta pelo Cabido, além de referir a Torre como " huma antiga torre que dizem ser athalaya dos Mouros, os quais, por tradição se diz tinha a sua villa ou domicilio em hum sitio que hoje chamam Crasto ", disse ser abade de uma igreja do padroado Real e informa sobre o mais distinto monumento da freguesia, que é a capela de Nossa Senhora da Penha de França, mandada fazer por Luís Figueiredo Monterroio e Pinto em 1727.
è digno de visita o Solar dos Brasis ou solar das Fidalgas, que não chegou a ser convento de freiras franciscanas como se pretendeu. Trata-se de um solar barroco, com torreão setentista rematado a pináculos e tecto com caixotões profusamente ilustrados com figuras de santos. A capela, contígua à casa, é um belíssimo exemplar de talha barroca, um dos mais abundantes do género no distrito da Guarda.
Fonte: Breve Monografia de Trancoso ( Santos Costa)

18.10.05

Abaixo Assinado em Vila Franca Das Naves

Os habitantes de Vila Franca das Naves estão a recolher um abaixo-assinado, já subscrito por mais de três centenas de pessoas, para entregar ao juiz do Tribunal da Comarca de Trancoso, onde requerem que determine a prisão preventiva da arguida, “como forma de manter a segurança e não a alteração da ordem pública nesta vila”. “O facto de a arguida ser considerada co-autora da morte de Miguel Madeira, pessoa querida e não esquecida, determinou o tocar dos sinos a rebate, uma vigília em frente à casa da arguida e a necessidade de a GNR local montar um perímetro de segurança à volta da casa”, adiantam. Segundo os subscritores do documento, “a vinda da arguida a casa e para Vila Franca das Naves representa um desafio, uma provocação ao povo de Vila Franca das Naves” e “altera a ordem pública” local.
Fonte: Correio da Manha

17.10.05

Equipa de Futsal de Trancoso inicia Trabalhos...

Realizou-se no passado sabado o 1º treino de captação de jogadores de Futsal, que contou com a presença de cerca de duas dezenas de "candidatos" a integrarem a equipa de Futsal, que irá entre outros participar no campeonato distrital da Guarda de Futsal. Aqueles que não poderam comparecer neste dia, terão ainda oportunidade de o fazer na proxima quinta-feira(20/10) pelas 19h45 e/ou no sábado(22/10) pelas 18h no pavilhão Multiusos de Trancoso, contribuindo assim para a formação de uma equipa vencedora. Não deixe de aparecer.
Enviado por Nuno Fidalgo

Está de volta à acção ACRT BASKET

Já com dois jogos realizados no escalão de Juniores "B" Masculinos com uma vitória na primeira jornada frente a Celorico (ACRT 67 - 49 Celorico) e uma derrota na Guarda frente ao Núcleo Sportinguista este fim de semana(N.S. Guarda 69 - 32 ACRT) , onde a ACRT fez-se representar apenas por 6 atletas devido a lesões e compromissos. Por tudo isto, Trancoso não pode mostrar o basquetebol que é normal praticar, mas é o mais forte candidato á vitoria do campeonato distrital de basquetebol da Guarda.
É de destacar o sucesso que foi a realização da 1ª Reciclagem de Treinadores ACRT, que contou com a presença de um Técnico da Liga Profissional, Mário Silva como prelector e de 12 formandos do distrito da Guarda.
No próximo fim de semana a ACRT Basket vai realizar mais três jogos, no Sábado os Juniores "B" Masculinos recebem o Guarda Basket e os Cadetes Masculinos vão jogar a Gouveia contra o Clube Camões. No Domingo a equipa Juniores Feminina desloca-se também a Gouveia defrontando o mesmo clube.

Figuras históricas relevantes no concelho

São muitas as figuras históricas que merecem destaque nesta lista. No entanto, pela sua importante contribuição para o desenvolvimento social, económico, histórico e cultural do concelho através dos tempos, destaco as seguintes:
D. Afonso Henriques: não poderá deixar de ser a primeira figura histórica ligada a Trancoso já que a este nosso rei se deve a sua conquista aos árabes e no seu reinado se realizaram as importantes obras de reconstrução do castelo, bem como o reforço das muralhas que abrigavam a pequena povoação de então. Por vitória sobre os sarracenos, terá D. Afonso Henriques mandado construir o Mosteiro de São João de Tarouca.
D. Afonso II: é no seu reinado que se assinala a concessão do foral, em Outubro de 1217, confirmando aquele que D. Afonso Henriques lhe outorgara e de que se desconhece a data.
D. Dinis: este monarca será, sem sombra de dúvida, a figura régia a privilegiar no historial de Trancoso visto que lhe dedicou sempre especial carinho, escolhendo-a para local de seu casamento com a princesa D. Isabel de Aragão, aquela que viria a ser conhecida por Rainha Santa. Após esse extraordinário acontecimento, jamais o rei deixou de prestar a Trancoso a maior atenção, quer usando-a como centro da sua actividade política, quer preocupando-se com a sua defesa como posição chave na linha de fronteira com Castela. Em 15 de Abril de 1306, não só confirma a carta de feira dada por D. Afonso III, em 8 de Agosto de 1273, então com carácter anual mas também determina que passe a efectuar-se mensalmente e durante três dias, verificando-se, assim, a sua importância. E era tão forte a influência deste concelho junto de D. Dinis, que na contenda com Sabugal, por causa da duração dos seus certames, o monarca dá razão a Trancoso e por carta de 27 de Janeiro de 1314, são confirmados todos os privilégios da sua feira e a proibição de outra localidade realizar a sua enquanto enquanto durasse a de Trancoso.
Gonçalo Vasques Coutinho: alcaide-mor de Trancoso, figura destacada da vida portuguesa do século XIV, foi o grande vencedor da Batalha de São Marcos, ocorrida a 29 de Maio de 1385, a qual constituiu um sério aviso ao rei de Castela, D. João I, nas suas pretensões ao trono português e confirmado na Batalha de Aljubarrota, onde, de facto, se esfumaram os sonhos castelhanos.
Álvaro Gonçalves Coutinho (O Magriço): filho de Gonçalo Vasques Coutinho, nasceu na Vila de Trancoso, presumidamente nos meados ou terceiro quartel do século XIV. Este cavaleiro fez parte da famosa expedição a Inglaterra, tendo acompanhado outros 11 companheiros naquela que foi imortalizada saga dos Doze de Inglaterra, referida por Camões em “Os Lusíadas”.
D. João I: este monarca não pode ser esquecido já que, em 12 de Janeiro de 1391, por certo em reconhecimento da sua fidelidade na causa da Independência, confirma a Trancoso todos os foros, privilégios e liberdades, acto de grande importância histórica, inequivocamente.
Gil Vicente: O aparecimento, no seu «Auto da Mofia Medes» do nome de Trancoso é, também, motivo para ligar o fundador do Teatro Português a esta terra. A famosa personagem refere-se-lhe, de modo evidente: «Vou-se à feira de Trancoso».
Padre João de Lucena: notável jesuíta, que nasce em Trancoso em1549. Exerceu o mestrado em Évora e Roma e foi um dos maiores pregadores do seu tempo. Escreveu a «História da Vida do Padre Francisco de Xavier, e do que fizeram na Índia os mais religiosos da Companhia de Jesus», obra que foi traduzida em italiano, espanhol e latim, sendo considerada uma das mais clássicas da literatura portuguesa.
Gonçalo Anes Bandarra: este famoso sapateiro-profeta de Trancoso pode ser considerado uma das maiores figuras portuguesas de todos os tempos, quer por as suas «Trovas» serem universalmente conhecidas e investigadas, quer por ser um símbolo de uma época historicamente dramática para Portugal.
Gonçalo Fernandes Trancoso: é, sem sombra de dúvida, o primeiro grande contista português. Nasceu em Trancoso no século XVI e pertenceu à famosa escola de Boccacio. Os seus «Contos de Proveito e Exemplo» são uma obra marcante na literatura portuguesa e, talvez, aquela que mais edições teve.
Padre António de Almeida: outro grande missionário jesuíta nascido em Trancoso, ainda no século XVI, cuja acção foi verdadeiramente notável. As suas cartas sobre as coisas da China, para o Padre Duarte de Sande, foram publicadas em italiano e espanhol e são tidas como brilhantes peças sobre a vida do oriente.
Afonso de Lucena: nascido em Trancoso, licenciou-se em Direito Civil na Universidade de Coimbra e ainda vivia, segundo consta, em 1611. Foi Jurisconsulto de nomeada e secretário e procurador da Duquesa de Bragança, D. Catarina, cujos direitos ao trono defendeu, tenazmente, através de uma famosa alegação, dirigida ao rei-cardeal D.Henrique, em 1579.
Francisco de Lucena: filho de Afonso de Lucena e também natural de Trancoso, foi Secretário de Estado de D. João VI. Por razões políticas, em especial, por haver a suspeita que seu pai havia atraiçoado a Casa de Bragança, revelando segredos de D. Catarina e por ele próprio ter sido secretário de mercês, juntamente com Miguel de Vasconcelos, acabou por cair em desgraça, acusado de cumplicidade na conjura contra o monarca. Depois de um processo duvidoso, é condenado à morte e degolado, em 1643. Julga-se de maior interesse o estudo desta figura, hábil na política e, especialmente, na diplomacia, cujo prestígio terá sido uma das causas da sua morte violenta.
Constantino de Sampaio: monge de Cister notável, chegou a Arcebispo da Baía, no ano de 1675. Nascido em Trancoso, doutorou-se em Coimbra e, devido às suas capacidades, foi nomeado geral da Ordem, em 1669. Em 1676, quando se preparava para assumir as suas funções no Brasil, foi surpreendido pela morte, no Convento do Desterro.
Francisca da Conceição: freira e Madre do Convento de Santa Clara, existente em Trancoso, esta trancosense ilustre viveu nos séculos XVII e XVIII e morreu com cheiro de santidade, como é costume dizer-se. Deixou atrás de si uma aura tão grande que, em meados do século XVIII, se publica a obra «Vida e Milagres da Madre Francisca da Conceição», de autoria do Dr. Manuel Saraiva da Costa. A sua fama era tal, que o Marquês das Minas a visitaria em 1704, quando, com os seus exércitos, passou por Trancoso.
Simão Cardoso Pacheco: também este presbítero e mestre em História sagrada e profana, natural de Trancoso, viria a interessar-se pela figura da Madre Francisca da Conceição e sobre ela escreveria outra obra ainda mais famosa: «Vida e Milagres da Venerável Madre Francisca da Conceição, religiosa exemplaríssima no Mosteiro de Santa Clara da Vila de Trancoso
Francisco Saraiva de Sousa: presbítero secular, natural de Trancoso, que viveu na primeira metade do século XVII e se licenciou em Cânones na Universidade de Coimbra. Deixou uma importante obra de doutrina cristã, que foi publicada várias vezes.
Fernando Mendes: judeu, nascido nesta cidade, provavelmente nos princípios de 1645 e falecido em Londres, em 1724. Frequentou a Universidade de Montpellier (em França), onde se doutorou e ocupou uma cátedra. Foi viver para a capital inglesa, tendo desempenhado as funções de médico da Côrte e, em especial, de D. Catarina de Bragança, casada com o Carlos II. Autor de várias obras, entre elas, «Studium Apollinari», foi, ainda, o preparador da celebrada «Água de Inglaterra», remédio popular contra o sezonismo, contando com a colaboração de outro médico português, judeu com ele, Jacob de Castro Sarmento, residente na mesma cidade. Tornou-se numa das drogas mais receitadas do seu tempo e objecto depois, de muitas falsificações.
Agostinho de Mendonça Falcão: natural de Souto Maior, freguesia do concelho de Trancoso, nasceu a 27 de Agosto de 1783 e faleceu em 24 de Janeiro de 1854. Filho do Morgado de Souro Pires, Sebastião de Mendonça Falcão, formou-se em Cânones e dedicou-se à genealogia. Deixou impressas as obras «Árvore Genealógica da Família Real Portuguesa», «Bibliografia Abreviada da História de Portugal» e «Memória Histórica sobre a Vila de Seia», além de numerosos manuscritos. Serviu no exército português, durante a última invasão francesa, desempenhou as importantes funções de Superintendente Geral interino, junto do Marechal Beresford, comandante das tropas anglo-portuguesas.
Bartolomeu da Costa Macedo Giraldes Barba de Meneses: 2.º Visconde de Trancoso, nasceu em Trancoso em 1842 e morreu em Lisboa, em 1900. Moço-fidalgo da Casa Real, Cavaleiro da Ordem de Cristo, foi membro da Comissão Central do 1.º Dezembro de 1640, Director da Real Associação de Agricultura Portuguesa e abastado proprietário. Possuía, no país vizinho, os senhorios de Carabaña, Orusco e Valdilecha. Devido a questões várias, perdeu quase todos os seus bens, num processo que se arrastou, pelos tribunais, por mais de quarenta anos. Escreveu um opúsculo anti-ibérico, «Apontamentos da dominação castelhana em Portugal». Deixou um importante discurso, pronunciado em 1871, numa sessão comemorativa da Restauração de 1640. Casou em Lisboa, em primeiras núpcias, com D. Bárbara Camila Vicência José de Noronha, filha dos 10.ºs Condes dos Arcos e, depois, em segundas núpcias, com a Princesa Maria Cristina Isabel de Bourbon, Duquesa de Poze, no ano de 1876. Esta senhora era filha do Príncipe Inácio Vesceslaw, Conde de Gurouski, herdeiro do trono da Polónia e da Infanta D. Isabel, cunhada da Rainha D. Isabel II de Espanha. Pelo facto de este 2.º Visconde de Trancoso haver casado com uma Duquesa, o solar condal onde viviam, quando visitavam Trancoso, passou a ser conhecido por Palácio Ducal, o mais importante edifício do Centro Histórico.
Eduarda Lapa: Maria Eduarda Lapa de Sousa Caldeira nasceu em Trancoso em 1895. Estabeleceu em Coimbra os primeiros contactos com a pintura e foi lá que realizou a sua primeira exposição individual. Realizou outras exposições individuais no Porto, Açores, Madeira e no Rio de Janeiro, Brasil. Ficou reconhecida como a “pintora das flores”. Ganhou prémios nas modalidades plásticas do óleo e pastel e foi-lhe atribuída a Medalha de Honra da Cidade de Lisboa (em 1944), na modalidade de pastel (1948) e de óleo (1954), 2 medalhas de Honra da Sociedade Nacional de Belas-Artes, entre muitas outras. Em 1950 foi agraciada como Oficial da Ordem de Santiago. Dedicou-se à pintura de paisagem, quer de Trancoso, quer da Guarda. Foi Eduarda Lapa um dos elementos que estiveram na base da fundação do Museu da Guarda onde, aliás, lhe foi prestada a devida homenagem em parceria com a Câmara Municipal de Trancoso. A sua obra está representada não só em várias câmaras municipais e em inúmeros museus do país, mas também no estrangeiro onde estão representadas várias colecções. Eduarda Lapa veio a falecer, na sua residência, em Lisboa, em 1976. De 24 de Junho a 24 de Agosto, de 1997, na galeria de exposições temporárias do museu da Guarda, esteve patente ao público uma exposição de parte da obra da genial pintora trancosense, sendo então apresentada uma publicação sobre a vida e a obra de Eduarda Lapa, editada pela Câmara Municipal de Trancoso.

Muitas outras personalidades podem figurar nesta lista. Sempre que encontrem outras de relevância não hesitem em colocar no blog.

(Estas informações são baseadas no Projecto-Lei da candidatura de Trancoso a cidade.)

G.D. Trancoso vence fora de casa

O G.D. de Trancoso venceu este domingo no terreno do Vilar Formoso a equipa local por um a zero. Depois de uma primeira parte tentando segurar o dominio do Vilar Formoso e após recolher aos balnearios no intervalo, a equipa veio na segunda parte com outra determinação e ao minuto 83 inaugura o marcador. Após o golo e ficando reduzido a nove unidades devido a lesões consegiu segurar a vantagem minima e trazer os três pontos para a "Cidade de Bandarra "

14.10.05

Terra dos esquecidos

Por muitos, muitos anos as nossas terras, estão sempre esquecidas, pelos incautos jornalistas de escarno e maldizer.
Eles só escrevem noticias das nossas aldeias quando o infortúnio bate à porta das nossas casas.
Ou por acidentes mirabolantes, ou por mortes macabras.
Não será tempo das nossas terras e das nossas gentes serem dadas a conhecer pelo seu bom carácter, no seu trato com os visitantes, sempre com uma porta aberta para quem precise de ajuda.
Com as mais cordiais saudações Fianenses.
Um abraço para todos
Paulo Coelho.