"Se pensas que és pequeno para fazer a diferença... tenta dormir num quarto fechado com um mosquito."
Provérbio africano, no editorial da revista "Recicla"

13.10.06

Ministério da Agricultura suspende verbas para limpeza e reflorestação

As verbas destinadas aos projectos de limpeza e reflorestação, inseridas no programa Agro, foram suspensas pelo Ministério da Agricultura. Uma medida descoordenada, no entender de Cristóvão Santos, presidente da Associação de Produtores Florestais do Alto da Broca, no concelho de Trancoso, uma vez que o Governo tem vindo a afirmar que a aposta deve passar pela prevenção.Com esta atitude, Cristóvão Santos questiona-se quanto aos objectivos do governo e qual a sua politica florestal.O presidente da Associação de Produtores Florestais garante que a verba atribuída por parte do Governo é fundamental, no entanto, o que mais preocupa Cristóvão Santos são os associados, uma vez que vão ser os mais prejudicados.Uma medida também contestada pelo presidente da Associação de Agricultores do Distrito da Guarda, António Machado considera que vem agravar ainda mais todo o sistema Agrícola. O presidente da Associação dos Agricultores da Guarda, refere que esta medida não teve em conta os pequenos agricultores, no entanto, sempre vai dizendo que as Leis são para cumprir.
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Fonte: Radio Elmo

12.10.06

Rotary Clubes de Trancoso e Guarda receberam visita do Governador

O Rotary Clube de Trancoso recebeu, no passado dia 4, Álvaro Gomes, Governador do distrito 1970 do Rotary, naquele que é considerado o ponto mais alto da vida dos clubes rotários. Durante a visita àquela cidade, o Governador deslocou-se ainda a um lar de idosos para conhecer as necessidades da instituição. O Rotary de Trancoso foi criado em 2001 e conta actualmente com 26 membros. Mas, apesar de ser um clube ainda recente, já ajudou a fundar o Rotary Clube de Bragança. Álvaro Gomes considera que os clubes de rotários também têm como missão «a expansão do próprio movimento» e que esse é um ponto positivo no núcleo trancosense, pois «todo o clube que consegue formar outro é uma tarefa extraordinária». Na comunidade, os rotários locais têm procurado implementar vários projectos, entre eles o apoio aos alunos carenciados, através de bolsas de estudo, e à Santa Casa da Misericórdia, sobretudo nos lares de idosos. O Governador fez um balanço «extremamente positivo» da sua actividade, tendo em conta «os poucos anos de vida e o trabalho que já começaram a desenvolver», reforçando a ideia de que «os rotários de Trancoso estão lá para ajudar no que for necessário». Na última terça-feira, Álvaro Gomes também ficou a conhecer o Rotary Clube da Guarda, após uma audiência com Joaquim Valente, presidente da Câmara local.
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Fonte: O Interior
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Comentário: " É bom saber que não organizam só jantares "... :-)

Sugestões de Leitura - XI



Xavier Pommereau. Quando o adolescente se sente mal. Lisboa: Terramar, 1998.

Este livro revela-nos que nem todos os jovens se afundam na evasão, na droga e no suicídio. Mas confirma que estes mesmos jovens se entregam a um mal-estar permanente. Os respectivos pais, que assistem, impotentes, a estes lentos naufrágios, sabem-no muito bem.

Como aprender a escutar, a compreender, a amar o seu filho?
Este livro faz o ponto de situação acerca da adolescência e das suas dificuldades. A perguntas bem formuladas, corresponde com respostas claras.

11.10.06

Câmara de Trancoso adjudica obra da ETAR da Quinta do Seixo

A empresa António José Baraças é a vencedora do concurso para reabilitação da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) da Quinta do Seixo. A obra foi adjudicada pela autarquia de Trancoso, por 99 mil euros.A empreitada respeita, genericamente, a trabalhos de movimento de terras, revestimentos, canalizações e acessórios, pavimentos e drenagem.O prazo de execução é de quatro meses, contados a partir da data de consignação.
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Fonte: Portal Ambiente Online

10.10.06

Bandeira Verde para escola Gonçalo Anes Bandarra

No Distrito da Guarda foram contempladas com Bandeira Verde a EB 2,3 de Manteigas, o Externato Nossa Senhora de Fátima, também em Manteigas, e a Escola Secundária com 3º Ciclo Gonçalo Anes Bandarra, de Trancoso.
Destinado, preferencialmente, às escolas do ensino básico, o programa Eco-Escolas pretende encorajar acções, reconhecer e premiar o trabalho desenvolvido pela escola na melhoria do seu desempenho ambiental, bem como estimular o hábito de participação e a adopção de comportamentos sustentáveis no quotidiano. Tendo como temas-base a água, resíduos, energias e ainda áreas complementares, como a biodiversidade da agricultura biológica, espaços exteriores, ruído e transportes, as escolas que pretendem ser reconhecidas com a Bandeira Verde devem realizar actividades no âmbito destas matérias.A Associação Bandeira Azul galardoou este ano 356 escolas do ensino básico com a bandeira verde, que simboliza o reconhecimento na área da educação ambiental seguindo a metodologia do programa europeu Eco-Escolas. «Este ano foram galardoadas mais 38 escolas do que no ano passado», afirmou Margarida Gomes, responsável pelo programa Eco-Escolas da Associação Bandeira Azul. «As escolas têm, por exemplo, de reduzir os consumos de água ou electricidade, arranjar os espaços no exterior e promover colóquios ou exposições sobre várias questões ambientais», adiantou. O Programa começou há 10 anos e conta actualmente com o envolvimento de 45 por cento dos municípios portugueses. «Além de Portugal, o Programa Eco-Escolas existe em 30 outros países europeus. As escolas portuguesas já estão acima da média europeia, em termos de número de galardões», afirmou aquela responsável.
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In " Porta da Estrela "

Arderam 356 hectares em Trancoso este ano

Segundo dados do CDOS da Guarda, o Distrito já registou este ano 5.042 hectares de área ardida, números que são, ainda assim, francamente mais positivos se comparados com os três anos anteriores. Assim, em 2005 arderam 24.593 hectares de floresta, enquanto que em 2004 e 2003 registaram-se 13.078 hectares e 46.494 hectares, respectivamente, sendo este último um dos piores anos de sempre na região em matéria de fogos, pulverizando mesmo o registo de 1994, em que arderam 38 mil hectares.Nos concelhos, Celorico da Beira registou 414 hectares de área ardida, Trancoso 356, Figueira de Castelo Rodrigo 344, Fornos de Algodres 296, Pinhel 296, Aguiar da Beira 225 e Vila Nova de Foz Côa 151.Os incêndios florestais destruíram este ano, entre 1 de Janeiro e 30 de Setembro, 72.364 hectares, anunciou a Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF). Em mais um balanço provisório sobre os fogos, a DGRF indica que se registaram, no período em causa, 21.605 ocorrências (incêndios florestais e fogachos), responsáveis por 72.364 hectares de área ardida, sendo 37.237 de povoamentos florestais e 35.127 de matos. «Analisando os meses de maior risco de incêndio de 2006, é possível constatar que, no que se refere ao número de ocorrências, são registados valores superiores ao valor médio dos últimos cinco anos durante o mês de Agosto, sendo que para os meses de Junho, Julho e Setembro esse valor é inferior», refere o documento. «No entanto, os valores da área ardida total apurados para os meses referidos encontram-se significativamente abaixo dos valores médios», acrescenta o relatório daquele organismo do Ministério da Agricultura.A fase "Charlie" de combate aos incêndios florestais, a mais crítica, terminou a 30 de Setembro, iniciando-se no dia 1 de Outubro a fase "Delta", mais calma, face à diminuição do calor e ao aumento da pluviosidade.
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In Porta da Estrela

Inovação & Inclusão: "Segunda habitação"

Muito se escreve sobre as segundas habitações.
Na maioria dos casos associam-se às segundas habitações o conceito de Turismo...

Esta semana, no Inovação & Inclusão, o tema escolhido foi a análise geográfica das segundas habitações da população citadina.

A Serra do Pisco ou do Almançor

A Serra do Pisco ou do Almançor é uma serra portuguesa com 989 metros de altura, situada a Oeste de Trancoso e a Sudeste de Aguiar da Beira. O seu ponto mais alto está situado entre o limite Este da freguesia do Carapito, e o limite Oeste da freguesia Santa Maria (Trancoso). Em 1910 aquando a passagem do cometa tendo havido moradores de Trancoso e Venda do Cepo que julgando ser chegada a hora do Juízo Final abandonaram as casas e refugiaram-se na serra do Pisco, com receio de um terramoto. A Serra do Pisco a titulo de curiosidade é das serras com maior altitude da zona conseguindo mesmo ultrapassar a Serra da Marofa ( 977m). A Serra do Pisco no seu cume tem um dos raros vertices geodésicos em forma de pirâmide, tem também uma torre de vigilancia aos fogos florestais que quase coabitam com antenas de comunicações móveis. A Serra do Pisco convida a um passeio pedestre a ver as suas vistas diz a lenda que de lá se vê a praça de Almeida, assim como outras paisagens interessantes.
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A Serra do Pisco Convida o Visitante a...
Ler a natureza, escutar a serra
Saborear a vida....

8.10.06

Grupo Desportivo de Trancoso escorrega nos descontos

O Grupo Desportivo de Trancoso perdeu este domingo com a equipa de Aguiar da Beira num jogo a contar para o campeonato distrital de Futebol da Associação de Futebol da Guarda. As duas equipas ao longo do jogo anularam-se mutuamente nao porpocionando um espéctaculo de golos que o publico estava à espera. A equipa do Trancoso não aproveitou o factor casa e não criou muitas oportunidades soberanas de golo. O Aguiar da Beira lutava pelo controlo do jogo e viu a sua vida facilitada quando a equipa da casa se viu reduzida a 10 unidades. A equipa do Trancoso não parecia muito motivada a ganhar o jogo e então segurava o empate, após os noventa minutos o arbitro deu 4 minutos de compensação, no entanto ao 8º minuto após os noventa num lance de bola parada o Aguiar da Beira colocou a bola no coração da área e de cabeça faz o unico golo da partida castigando a equipa da casa pela pouca ambição demonstrada hoje. A equipa de arbitragem esteve francamente mal todo o encontro, criando uma serie de apupos por parte do público das duas equipas que se encontrava no estádio municipal em Trancoso. Na próxima jornada o Desportivo de Trancoso desloca-se ao dífícil campo do Mileu.

Nova lei das Finanças Locais, Trancoso também penalizado

«Se temos este endividamento é porque fizemos obra. Se não fizéssemos não tínhamos», garante Júlio Sarmento, presidente da Câmara de Trancoso, quando confrontado com o facto do município que lidera integrar a lista de 70 autarquias do país que ficarão impedidas de recorrer aos créditos, caso a nova Lei das Finanças Locais seja aprovada. Contudo, o autarca considera que o documento tem pontos negativos, mas também positivos. De acordo com a lista divulgada pelo Governo, Trancoso ultrapassará o seu limite de endividamento em 124 por cento com a nova legislação, um número que «não merece grandes comentários» do edil. Júlio Sarmento prefere salientar que «o interior do país necessita de muito investimento público». Assegura, aliás, que nos três últimos anos, a Câmara de Trancoso «só foi contraindo empréstimos porque a DGAL - Direcção Geral das Autarquias Locais, à luz da lei anterior, ia dando conta de que a autarquia o poderia fazer», salienta. De resto, esta é uma questão que «não preocupa» o município trancosense, até porque, para recuperar o limite de endividamento, «apenas teremos que diminuir a dívida em cerca de 400 mil euros até final de Dezembro, o que não nos parece muito difícil de alcançar», realça. Em relação à nova Lei das Finanças Locais, o autarca frisa que o documento apresenta aspectos «positivos e negativos». Porém, afirma tratar-se de uma «lei avulsa, que acaba por frustrar algumas expectativas em relação à reforma do poder local», considera, elegendo a mudança de critérios na transferência de verbas para as autarquias como o aspecto «mais negativo» da nova Lei. O presidente da Câmara diz mesmo que «é extremamente penalizador alterar estes critérios numa altura recessiva da economia». Para Júlio Sarmento, a nova lei acaba «por penalizar muito os municípios do interior e com menor densidade populacional», daí não poder dizer que seja «uma lei justa e solidária». Apesar desta constatação, o edil diz que «globalmente» não lhe parece que a nova Lei das Finanças Locais «tenha muitos pontos negativos».
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Todos os municípios do distrito da Guarda vão receber menos dinheiro do Estado em 2007 com a aplicação da nova Lei das Finanças Locais, que vai ser debatida quarta-feira na Assembleia da República. De acordo com uma simulação encomendada pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), com base na aplicação dos coeficientes previstos, a Câmara mais afectada será Manteigas, que terá um decréscimo de 41 por cento comparativamente às transferências deste ano. Mas há mais autarquias que vão passar sérias dificuldades, nomeadamente Figueira de Castelo Rodrigo, que receberá menos 27 por cento do Estado, Almeida (-25 por cento), Fornos de Algodres (-22), Mêda (-21) e Pinhel (-15). As menos afectadas são as maiores do distrito, Guarda e Seia. A capital poderá contar com uma redução de um por cento nas transferências, enquanto Seia ficará sem quatro por cento do montante atribuído no ano passado.
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Fonte: O Interior