"Se pensas que és pequeno para fazer a diferença... tenta dormir num quarto fechado com um mosquito."
Provérbio africano, no editorial da revista "Recicla"

30.10.06

"Um drama comum a muitos"

Moreira de Rei luta por atractivos que fixem os habitantes, está a 9 quilómetros de Trancoso. Tem menos de 50 habitantes, entre eles uma única criança. Como tantas outras, luta contra a desertificação. O seu maior motivo de orgulho é o valioso património histórico, que urge recuperar.
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Com um valioso património histórico, Moreira de Rei, antiga vila medieval do concelho de Trancoso, luta para conseguir atractivos que permitam fixar habitantes combater a desertificação. A igreja românica de Santa Maria, edifício em granito datado do século XII, é um dos elementos mais importantes do património histórico da freguesia, que tem cerca de 400 habitantes dispersos pela sede e pelas nove aldeias anexas, vivendo todas elas, o mesmo drama da desertificação”, referiu à agência Lusa o presidente da junta, José Dias Pena.Moreira de Rei dista cerca de 9 quilómetros da sede de concelho, tem menos de 50 habitantes “e uma única criança que não está em idade escolar”, apontou o autarca da aldeia onde a escola primária “fechou há mais de 20 anos”. Actualmente, a freguesia é servida pela escola do 1º ciclo da povoação de Zabro, onde também funciona uma creche, disse o presidente da junta, que atribui a desertificação da sua freguesia ao facto de “não existirem condições para as pessoas se fixarem”. “Os jovens optaram por ir embora. Uns emigraram e outros foram para Lisboa e para Trancoso, à procura de melhor vida, porque aqui não há empregos”, afirmou o autarca que se mostra bastante preocupado com a onda de desertificação que atinge a freguesia que se orgulha do seu passado histórico.Passado de reis...
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Moreira de Rei foi vila e sede de concelho até 1855. O seu nome – antigamente chamava-se apenas Moreira – está associado à passagem do rei D. Sancho II pela localidade quando seguia a caminho do exílio de Toledo (1247). Foi nesta pequena aldeia da Beira Alta que decorreram as negociações para a retirada do exército estrangeiro do território português, tendo o monarca ficado albergado na casa de D. Fernão de Soveral, um ilustre nobre da vila. A aldeia possui um elevado número de sepulturas escavadas no granito (associadas aos primeiros tempos do cristianismo peninsular), que rodeiam a velha igreja de Santa Maria, um edifício românico em granito datado do século XII. Para além das ruínas do castelo construído no topo de um afloramento granítico (atribuído ao tempo dos lusitanos ou à presença romana), do seu património histórico fazem ainda parte a igreja matriz, o pelourinho de estilo manuelino e os antigos edifícios da câmara e do tribunal.
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Obras precisam-se: Recuperação do património.
Moreira de Rei teve foral atribuído pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, em data desconhecida, depois confirmado por D. Afonso II, em 1217. Em 1512, D. Manuel I atribui-lhe o foral novo. Com tão importante passado, a localidade não foi incluída em programas de recuperação do património histórico, admitindo o presidente da Junta de Freguesia que, se tal acontecesse, “era bom porque algum do património precisa de ser recuperado”. O autarca fala em concreto da igreja datada do século XII, que precisa de obras, mas como está classificada como Monumento Nacional a autarquia não pode realizá-las.
in "António Sá Rodrigues - Primeiro de Janeiro"

29.10.06

Trancoso vai ser «cidade biológica»

Vai ser a primeira em Portugal a acolher projecto e uma das primeiras do mundo
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O Tribunal Europeu do Ambiente anunciou este sábado que vai instalar um projecto-piloto em Trancoso com vista à elaboração de uma «cidade biológica», informou à Agência Lusa o seu director no final de um encontro anual.
Segundo Emanuel Dimas de Melo Pimenta, arquitecto e músico, no encontro que decorreu entre quinta-feira e sábado naquela cidade, ficou estabelecido «colocar um projecto piloto em Trancoso, para a elaboração de uma cidade biológica, a primeira em Portugal e talvez umas das primeiras do mundo».
O projecto, adiantou, deverá avançar ainda este ano e será coordenado pelo arquitecto António Cerveira Pinto.
«Poderá - precisou - servir de base para o projecto que ele tem para Lisboa, que visa transformar a cidade e a região do Vale do Tejo na 1ª Grande Área Metropolitana Sustentável da Europa».
A ideia do arquitecto, projectada para ser desenvolvida na era pós-petrolífera, assenta na utilização de energias e meios de transporte alternativos e na «penalização de todas as industrias produtoras de CO2», como revelou durante o encontro anual daquele Tribunal, onde expôs o projecto, que está englobado na acção «O Grande Estuário».
O projecto baseia-se num novo conceito energético que prevê a reconversão de toda a economia da região da capital e numa clara aposta em desportos e actividades não poluentes, bem como o recurso a meios de transporte «amigos do ambiente».
Outra das decisões dos participantes no encontro internacional - realizado sob o tema «As Origens do Futuro» - está relacionada com a criação de um observatório «de todos os processos ambientais e sociais, a expandir entre a Índia, os Estados Unidos da América e Portugal», indicou Emanuel Dimas de Melo Pimenta.
A acção a desenvolver «nos próximos meses» servirá «para compreender as mudanças das nossas sociedades a todos os níveis e descobrir novos caminhos em termos ambientais».
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Portugal Diário

G. D. De Trancoso arranca " três pontos" em Foz Côa

O Grupo Desportivo de Trancoso deslocou-se este domingo ao reduto do Foz Côa em mais uma jornada a contar para o Campeonato Distrital da Associação de Futebol da Guarda. O Grupo Desportivo que vinha de uma série de resultados menos bons conseguiu esta preciosa vitória por uma bola a zero estimulando os índices de confiança dos atletas e colocando a equipa no 9º lugar com 6 pontos e ainda com um jogo em atraso.

Trancoso recebe cinco novos museus até 2010

Cinco novos núcleos museológicos vão enriquecer, nos próximos quatro anos, a cidade de Trancoso, na região da Guarda, e "reforçar a sua importância como destino turístico cultural no interior do país", revelou o presidente da câmara Júlio Sarmento.Os cinco projectos - uns em fase de execução e com financiamento garantido e outros ainda em fase de preparação - serão concretizados gradualmente entre 2007-2010, representando um investimento global que poderá ultrapassar cinco milhões de euros. Assim sendo, um museu será dedicado a Bandarra, famoso sapateiro-profeta, falecido em 1556, que tem o seu túmulo na Igreja de S. Pedro. O espaço terá um centro de documentação em anexo, onde a autarquia "procurará reunir toda a documentação existente em Portugal e no estrangeiro sobre Bandarra". Outro museu a ser instalado nas proximidades, junto ao Poço do Mestre, é o do médico judeu-converso Isaac Cardoso, que nasceu em Trancoso em 1604. Os restantes projectos estão relacionados com a criação do Centro de Interpretação da Batalha de S. Marcos (no Planalto de S. Marcos), com um núcleo museológico a instalar na torre de menagem do castelo e com o museu do Design do Tempo. Este espaço surge no âmbito de uma parceria entre a câmara e a Fundação Aljubarrota. "O centro de interpretação terá um pequeno auditório onde se reproduzirá mecanicamente a Batalha de Trancoso e todo o espólio arqueológico encontrado durante as escavações", explicou Júlio Sarmento. O local do Planalto de S. Marcos está classificado como Património Nacional e já foi alvo de escavações arqueológicas, tendo sido descobertas as ruínas de uma antiga capela queimada pelo rei de Espanha que passou por Portugal, para vingar a vitória dos portugueses na batalha travada em 29 de Março de 1385. Sobre o núcleo museológico do castelo, o autarca adiantou que surge no âmbito de uma intervenção relacionada com a consolidação e valorização do monumento, da autoria do arquitecto Gonçalo Birne. Por último, o museu do Design do Tempo, a construir de raiz, albergará uma colecção de relógios que cobre quatro séculos. O projecto é da autoria do arquitecto Emanuel Pimenta.
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Texto: Jornal de Noticias

27.10.06

Peddy-trovas do Bandarra

Entre o túmulo de Gonçalo Anes Bandarra, na Igreja de São Pedro (Trancoso), e o lugar do Nogueirão
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A Associação Luzlinar promove no sábado mais uma caminhada. Desta vez o "peddy-trovas do Bandarra", como se designa, vai levar os participantes a percorrer a distância entre o túmulo de Bandarra, em Trancoso, até ao lugar do Nogueirão onde, segundo a tradição, o sapateiro se terá refugiado depois de ter escapado à Inquisição. No final será servido um almoço volante para os "trovadores andantes". Existem duas modalidades: um percurso (A) mais longo (3 horas), de dificuldade média; e outro (B) mais curto (meia-hora) em terreno acidentado. Para o primeiro, a partida é dada às 10 horas junto ao túmulo do poeta, estando a chegada prevista para as 13 horas no Nogueirão. Já o mais curto começa às 12h30 na laja da Corte (Aldeia Velha), perto da antiga escola primária.
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O Interior

“Casa da Prisca” fabrica produtos destinados à comunidade judaica

Doces “kosher” de Trancoso
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Depois da aposta feita na região ao nível da produção de vinho e de azeite destinados à comunidade judaica, uma empresa de Trancoso, a “Casa da Prisca”, iniciou a produção de doces e marmelada “kosher”.Os produtos com a marca “Delícias da Província” são apresentados na Feira de Turismo de Andorra (Espanha), que decorre a partir de amanhã até domingo, onde a empresa marca presença a convite da Região de Turismo da Serra da Estrela, entidade impulsionadora do projecto.De acordo com António Plácido Santos, responsável de Marketing e Produção da “Casa da Prisca”, a empresa produziu 22 mil unidades de doces e marmelada “kosher”, 500 anos depois do rei D. Manuel I ter decretado a expulsão dos judeus sefarditas de Portugal. A unidade foi escolhida para fabricar os produtos que são únicos a nível nacional e na Península Ibérica, “pelo facto de Trancoso ter sido um dos principais centros da história judaica sefardita de Portugal”, adiantou ao Jornal A Guarda o mesmo responsável. Numa primeira fase produzidas duas mil unidades de marmelada e igual número de cada um dos dez doces fabricados (abóbora, castanha, cereja, figo, pêssego, tomate, cenoura, morango, amora e framboesa), destinados a serem consumidos pela comunidade judaica.“Os produtos foram produzidos na nossa unidade industrial de Trancoso, segundo os preceitos e conceitos da religião judaica, sendo auditados regularmente pelo rabino da comunidade de Israel, responsável pelo projecto, que se deslocou duas vezes a Trancoso”, adiantou.António Plácido Santos explicou ainda que o doce “kosher” diferencia-se dos outros pelo facto de ser “um produto limpo, puro, respeitando os mais rigorosos padrões de higiene, não utilizando ingredientes artificiais”. “Somos obrigados a usar produtos cem por cento naturais e os nossos fornecedores também têm que ser reconhecidos com a certificação “kosher”, têm que ser igualmente limpos e puros no processo produtivo”, acrescentou, garantindo que até o açúcar utilizado na confecção das compotas, “é um açúcar especial, produzido especificamente para este tipo de produtos”. Por outro lado, referiu que as frutas utilizadas “são preferencialmente da nossa região e quando não o são, são provenientes de fornecedores reconhecidos pela comunidade judaica”.O empresário garantiu ainda que “há uma preocupação da nossa parte em que os produtos produzidos segundo o conceito da comunidade judaica, sejam sempre os primeiros do dia, porque é quando as linhas de produção estão mais limpas e purificadas”.Em relação às embalagens, revelou que “os doces são embalados em frascos de vidro de 240 gramas com selo de inviolabilidade e as marmeladas, em unidades de meio quilo, embaladas em atmosferas protectoras, também, com selo de inviolabilidade”. A intenção da “Casa da Prisca” é produzir os doces “à medida das necessidades, para garantir que o produto esteja o mínimo espaço de tempo fabricado e chegue ao consumidor o mais fresco possível”.Os mercados alvos dos produtos “kosher” produzidos em Trancoso são o nacional, o britânico, o francês e o norte-americano.O responsável de marketing e produção da empresa admite que tem “alguma expectativa” em relação ao escoamento dos produtos “kosher”, mas revela que interpreta a oportunidade “como um desafio” para a empresa criada em 1917. “Não entramos nesta nova actividade com a ânsia do lucro. Traz-nos alguns encargos adicionais que não iremos reflectir no preço do produto, porque a nossa missão é mais social do que económica”, disse o mesmo responsável da “Casa da Prisca”, empresa que se dedica à produção de enchidos, presuntos, compotas, marmeladas e doces tradicionais.As receitas dos novos produtos foram estudadas e desenvolvidas por Maria da Conceição Plácido, proprietária da unidade fabril, mediante estudos realizados em consonância com o rabino que acompanhou todo o processo de fabrico.
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Jornal "A Guarda"

Trancoso visitado este ano por mais de 22 mil turistas

Mais de 22 mil pessoas visitaram este ano a vila medieval de Trancoso. Segundo fonte do posto de turismo local, entre 1 de Janeiro e 30 de Setembro, esta localidade do distrito da Guarda recebeu 22.064 turistas e 2780 visitas guiadas.Os números apurados em relação aos primeiros nove meses de 2006 já ultrapassam os valores registados em 2005, ano em que o posto de turismo foi procurado por 20.877 turistas, portugueses e estrangeiros, e promoveu visitas guiadas pelos diversos locais de interesse histórico.A vila medieval - que em 9 de Dezembro de 2004 foi elevada à categoria de cidade - tem muitos motivos que merecem uma visita obrigatória. No mapa alusivo ao centro histórico de Trancoso, que é entregue a todos os que se dirigem ao posto de turismo, aparecem sinalizados 23 locais de interesse, com especial destaque para o castelo e as muralhas, classificados como monumento nacional. A fortaleza que cerca o centro histórico é anterior à nacionalidade, mas foi reforçada por D. Dinis com sete torres amuralhadas.A terra escolhida para palco do casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão, em 1282, tem monumentos como as Portas d"El Rei, que ostentam o escudo da cidade, o pelourinho de estilo manuelino e as igrejas de Nossa Senhora da Festa (finais do século XII), Santa Maria de Guimarães (século XVIII), São Pedro (século XV I), do Convento de Santo António (fazia parte de um convento já desaparecido) e da Misericórdia (construída entre 1742 e 1792).Fazem igualmente parte do espólio as capelas de Santa Eufemea, São Bartolomeu, do Senhor da Calçada (estilo barroco, datada de 1770) e de Santa Luzia (século XII).A riqueza patrimonial de Trancoso inclui ainda o actual edifício dos paços do concelho, a Casa do Gato Preto (de origem judaica, exibe na fachada um Leão de Judá esculpido em alto-relevo) e o Palácio Ducal (antigo palacete que pertenceu à duquesa de Pozen, filha do príncipe Venceslau Gorawsky, herdeiro do trono da Polónia).
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O presidente da Câmara de Trancoso, Júlio Sarmento, congratulou-se com a realização do encontro anual do Tribunal Europeu do Ambiente no seu município. "É um acontecimento marcante do ponto de vista nacional e internacional, que projecta Trancoso a nível mundial", pelo facto de reunir participantes de várias partes do globo, disse o autarca. "Estou convencido que estes encontros, depois de se institucionalizarem no tempo, vão transformar Trancoso numa pequena Davos [cidade suíça] à escala do nosso país", considerou Júlio Sarmento.O encontro internacional é organizado pela Câmara de Trancoso e pela Fundação para as Artes, Ciências e Tecnologias - Observatório, dirigida pelo arquitecto e compositor Emanuel Dimas Pimenta.
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Texto: Jornal Publico, Foto: Blog Medieval

de 31 Outubro para 1 Novembro

25.10.06

Trancoso acolhe encontro do Tribunal Europeu do Ambiente

Uma dezena de personalidades participam a partir de quinta-feira, em Trancoso (Guarda), no primeiro encontro em Portugal do Tribunal Europeu do Ambiente, onde serão debatidos temas que vão desde as questões ambientais à arquitectura, passando pela antropologia e direito.
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Segundo Emanuel Dimas Pimenta, arquitecto, músico e actual director do Tribunal, será feita uma abordagem transdisciplinar com convidados oriundos de vários países e diversas áreas.
O Tribunal Europeu do Ambiente, com sede em Londres, é uma entidade sem fins comerciais, orientada para a promoção da livre troca de informação, tomando o ambiente como uma questão antropológica.
Trata-se de um organismo que, apesar do nome, não julga causas, nem emite sentenças, que nasceu no início dos anos 90 em Bruxelas com o objectivo de se tornar um órgão vinculativo das Nações Unidas.
O encontro vai trazer a Portugal alguns pensadores contemporâneos, entre os quais o físico Dan Schtchman (que descobriu um novo estado de matéria), o antropólogo indiano Arjun Appadurai (especialista em questões de identidade e violência), o advogado Durval de Noronha (árbitro da Organização Mundial de Comércio), o artista e filósofo Fernando Leal Audirac (México) e o especialista em novos meios David Wilk, que abordará o futuro do papel electrónico.
Durante os trabalhos, serão também apresentados projectos internacionais diversificados na área do desenvolvimento do biodiesel, educação ambiental e poluição, adiantou Emanuel Dimas Pimenta.
Os trabalhos, que decorrem no cine-auditório Jacinto Ramos, «são encontros verdadeiramente históricos, onde pensadores, filósofos, profissionais das mais diversas áreas, artistas e cientistas reúnem-se para uma profunda reflexão acerca das pessoas, dos caminhos percorridos pela Humanidade, do futuro, onde o ambiente tem como signo primeiro o ser humano», refere a organização.
No dia da abertura do encontro, quinta-feira, dia 26, pelas 09:30, o filósofo de arte René Berger, presidente honorário do Tribunal Europeu do Ambiente, participará no encontro em directo de Lausanne, na Suíça, por Internet.
Na sexta-feira, 27 de Outubro, pelas 19:00 será lançado o mais recente livro do economista Lester Brown, intitulado «Plano B 2.0», na sua primeira tradução para a língua Portuguesa.
Antes da sessão de lançamento da obra, pelas 17:30, Lester Brown participará no encontro com uma conferência transmitida em tempo real, de Washington, através da Internet.
Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara de Trancoso, Júlio Sarmento, congratulou-se com a realização do encontro anual do Tribunal Europeu do Ambiente no seu município.
«É um acontecimento marcante do ponto de vista nacional e internacional, que projecta Trancoso a nível mundial», pelo facto de reunir participantes de várias parte do globo, disse o autarca.
«Vai haver ligações pela Internet à Bélgica e a outros países do mundo e estou convencido que estes encontros, depois de se institucionalizarem no tempo, vão transformar Trancoso numa pequena Davos (cidade Suiça) à escala do nosso país», considerou Júlio Sarmento.
O encontro internacional é organizado pela Câmara Municipal de Trancoso e pela Fundação para as Artes, Ciências e Tecnologias - Observatório, dirigida pelo arquitecto e compositor Emanuel Dimas Pimenta.
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Diário Digital / Lusa