
D iz que é um "homem do mar" mais do que um "homem do rio", o que não o impede de "amar o Douro". Mas também ama "o Alentejo, o Minho e o Algarve", porque é sobretudo "de Portugal". Só não consegue "ser de Lisboa", admite que "talvez por algum snobismo". Sabe que vai "enfrentar alguns anticorpos", mas defende que " um corpo, para ser saudável, precisa deles". Maia Pinto é o novo director do Museu do Douro, onde promete dar seguimento ao "bom trabalho" realizado pelo seu antecessor.
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