
Tipografias que servem tapas e vinho, mercearias onde se vende roupa e até padarias onde se fazem bonecas de pano? Há lojas que provam que nada se perde e tudo se transforma
Por uma questão de moda e «marketing», o empresário sul-africano John Borrego inspirou-se na estética das lojas londrinas de comércio alternativo para transformar uma velha mercearia de bairro numa loja com aspecto de talho. Por gosto e convicção, Catarina Portas procurou uma loja castiça para expor os seus produtos e descobriu um velho armazém. Quanto a Henrique Jales, fez do seu restaurante a memória viva da tipografia gerida pela família durante três gerações, por razões emocionais. Com motivações distintas, eis alguns dos precursores que começam a lançar uma moda pelo País. Espaços antigos que se renovam com novos conceitos, sem perderem a sua identidade.
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