"Se pensas que és pequeno para fazer a diferença... tenta dormir num quarto fechado com um mosquito."
Provérbio africano, no editorial da revista "Recicla"

29.6.06

Será desta?

Parece ser desta que a construção do IP2, entre a A25, em Celorico da Beira, e Trancoso, poderá concretizar-se. Em finais de Abril, o primeiro-ministro José Sócrates anunciou, em Bragança, a construção a médio prazo de eixos estruturantes como o IP2, entre o IP4, em Macedo de Cavaleiros, e o IP5 (A25), em Celorico da Beira, entre outros. Com estas vias, «o Governo quer seguir um modelo territorial que favoreça um processo de desenvolvimento económico e social, bem como os desequilíbrios inter-regionais». Deste modo, a construção do IP2, a partir da A25, é considerada uma obra prioritária para o Governo, estando já em fase de projecto. Pelo que a "cidade de Bandarra" passará a ser servida por uma estrada com quatro vias (duas por duas), desde a A25 (zona de Aldeia Rica) até sensivelmente à zona do Chafariz do Vento. Próximo de Carnicães irá nascer uma bifurcação com duas vias até Vila Franca das Naves e em quatro vias até à ligação ao futuro IC26 próximo de Chafariz do Vento. Esta obra deverá entrar em concurso nos próximos meses.
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Fonte: O interior

5 comentários:

al cardoso disse...

Ja nao era sem tempo, esta parte da nossa Beira ha muito que deveria estar melhor servida de estradas.
So faco votos que os projectos, concursos e construcao nao durem tanto tempo como dura e requalificacao da nacional 330, entre Fornos e Aguiar.

Anónimo disse...

Cuidado que vem aí o desenvolvimento, seja ele quem for!
Ainda acreditam na virgem. Vai ser bom para nós irmos mais depressa para os grandes centros urbanos, apenas isso. As "grandes redes viárias" só marginalmente nos serão favoráveis.
Sei que todo mundo me vai cair em cima, mas olhem, metam-se na fila como os outros...

Chuss

ninive

Anónimo disse...

Se calhar é melhor não fazerem mais vias de comunicação senão foge tudo para o litoral! Se não fazem é porque não fazem e está mal! Se fazem é porque fazem e também está mal na mesma!
No outro topic lancei a questão sobre o que deve mudar na classe política portuguesa... agora apetece-me perguntar: o que deve mudar na mentalidade dos Portugueses face às questões políticas!
É que se não fazem nada é porque não fazem nada... se fazem qualquer coisa é porque fazem! Esta é também a mentalidade da nossa sociedade! E tal como não acredito em mudanças na filosofia e modo de estar e agir da classe política também não acredito nas mesmas mudanças em grande parte da nossa população. Falar mal é muito mais fácil do que lançar ideias ou aplaudir medidas que realmente sejam de extrema utilidade e que neste caso até facilitem a integração e aproximação do interior ao desesnvolvimento... É por aqui que se tem de começar e fico satisfeito por constatar que o caminho certo está a ser percorrido. Esse desenvolvimento pode demorar anos a chegar, mas pelo menos é este o caminho que tem de ser percorrido, dotando o interior de vias de comunicação de qualidade de modo a facilitar os processos logísticos e aproximar o processo produtivo do consumidor final. É esse o primeiro passo para o desenvolvimento... acho que não estou a dar novidade nenhuma (um comboio não pode andar sem ter os carrís!), portanto é uma obra que a par de outras aplaudo! Abraço a todos!
VS

Anónimo disse...

O que faz falta é não ser hipócrita! Num país em que muitos dizem e poucos fazem, quem vê é rei. Numa cidade como Trancoso... não sejamos cegos, faclita imenso a A23, a A25 e IP2, o que é que mudou em Trancoso e na seu Tecido Empresarial? Os censos dizem que melhoramos, mas e as pesssoas...

Chuss

ninive

Frederico disse...

Cara Ninive!
Não é a primeira vez que fala neste blogue em hipocrisia.
Não podemos estar sempre a falar em hipocrisia quando discutimos medidas de menor ou maior dimensão.

Os portugueses têm a classe politica que elegeram e devem por isso solidariedade à mesma.

Se a nossa história nos revela a hipocrisia de que fala, devemos ser mais prudentes no planeamento do futuro.
Isso não significa que se desista do futuro.


Um abraço